Nos dias que se seguiram à internação, igrejas passaram a incluir intenções especiais nas missas, grupos organizaram terços coletivos e mensagens de apoio se multiplicaram nas redes sociais. A mobilização ultrapassou os limites de Portel e alcançou outras cidades do Marajó.
Cada oração carregava um pedido simples e poderoso: que ele tivesse uma nova chance. A fé funcionava como um elo invisível que conectava centenas de pessoas em torno de um mesmo propósito.




